A técnica de galvanização por imersão a quente surgiu em meados do século XVIII. Desenvolveu-se a partir do processo de estanhagem a quente. Até hoje, ainda é uma das formas mais comuns e eficazes de evitar a ferrugem do aço.
O revestimento de zinco protege os tubos de aço de duas maneiras. Primeiro, atua como uma barreira para manter o ar e a umidade longe da superfície do tubo e impedir a corrosão. Em segundo lugar, o zinco irá corroer primeiro para proteger o aço interno. Tubos soldados comuns, mesmo com revestimento de óleo ou tinta, não podem igualar o desempenho antiferrugem dos tubos galvanizados por imersão a quente.
A galvanização por imersão a quente reveste todo o tubo, mergulhando-o em zinco fundido, formando uma camada espessa e firme de zinco. A galvanização a frio utiliza eletrólise para formar apenas uma película fina na superfície.
Uma camada de zinco mais espessa significa melhor proteção. Os tubos galvanizados por imersão a quente têm um revestimento muito mais espesso. Sua capacidade antiferrugem é dezenas de vezes mais forte que a dos tubos galvanizados a frio.

